Sobre pactos, "venda da alma",

procuro saber o que é verdade e o que saõ apenas histórias, visto que procurando na internet ,achei apenas coisas sem sentido, algumas não sei se são verdades, alguém aqui teria conhecimento sobre este assunto?

Trata-se de um expediente mágico que até pode funcionar se você acredita que exista um diabo, mas funcionará apenas como uma espécie de apoio para projeção do desejo e não pela coisa em si, e provavelmente trará algum prejuízo já que, segundo o senso comum, o diabo não costuma ser um cara muito legal, e perder a alma pra um cara assim imagina-se que não seja uma coisa nem muito esperta, nem muito aprazível.

Não há nada que se consiga fazer por intermédio de um “pacto” que não se possa fazer sem ele, e sem falar no trauma que pode ser esse processo na vida de uma pessoa, já que, salvo raras exceções, quem procura por um procedimento desse nível acredita que realmente exista uma personificação do mal absoluto, o que, na minha opinião, é um completo absurdo.

Não se trata, é claro, de vender ou não vender a alma, pois isso é impossível pela prórpia intangibilidade do produto da negociação; trata-se de "acreditar ter vendido", entende? Ilusão e crença criam realidades tão palpáveis quanto quaisquer outras. A mente humana é capaz de criar muitas coisas, o diabo entre elas. E o que observamos no Universo que nos rodeia tende a comprovar as nossas crenças, sejam elas quais forem... deus e o diabo, o bem, o mal ou o que seja.

Excelente Aluvaia, sua colocação foi absolutamente sensata. Ótimo texto

Eu discordo do Aluvaia quanto ao Mal absoluto, acredito que exista esse ponto sim e tanto o Bem como o Mal são caminhos diferentes pra um mesmo objetivo, se a gente for misturar cartesianismo na parada o Mal Absoluto seria talvez o infinito a esquerda no eixo x, impossível conceber mas possível de qualquer um perseguir assim como o bem. Quanto ao pacto com o Mal ou Diabo e talz eu vejo como um ritual em que você decide abrir mão da sua "ética" ou "moral" em prol de alcançar determinado objetivo, e aí concordo com o Aluvaia que isso se tratar de "hackear" nosso cérebro e que qualquer título pra operação poderia servir.

Vender a alma é firmar um contrato kármico com uma entidade. Claro que isso pode ser desfeito (pois esse pacto atua nos corpos inferiores) mas quem firmou o contrato passa a ser um "gado" marcado (inclusive sendo colocados implantes em sua aura). Por isso, muita gente vai parar em locais do umbral sem nem saber, é assediada e afins, quando na verdade fizeram contratos ainda não desfeitos em vidas passadas.

Eu discordo do Aluvaia quanto ao Mal absoluto, acredito que exista esse ponto sim e tanto o Bem como o Mal são caminhos diferentes pra um mesmo objetivo, se a gente for misturar cartesianismo na parada o Mal Absoluto seria talvez o infinito a esquerda no eixo x, impossível conceber mas possível de qualquer um perseguir assim como o bem.

É um ponto de vista, mas eu confesso que não enxergo isso na Natureza em lugar nenhum, nem nos homens e nem em nada com que eu tenha tido contato.

acredito que tudo depende da quantidade de energia que voce enpenha em prol do bem ou do mal,
se acrreditar que isso te trará resultado para o que você deseja,
dependendo do desejo que você tem.

vender a sua "ALMA" pode não ser o mal.

@xavozo_21 Em casos de rituais para este propósito. Há uma cobrança espiritual, em cima da pessoa.
O que pode acontecer, é uma espécie de esgotamento mental, por sofrimentos aleatórios "
um estado de Depressão constante ". Devido a influência exagerada, da entidade envolvida, na mente do indivíduo. Assim sendo, pode levar ao suicídio.
Mas, uma data exata da morte. Ou que esta entidade, irá se apoderar da alma. Nunca!. A energia, após a morte pertence, a uma estrutura bem exata. Os problemas maiores serão, na próxima encarnação, sofrimento em carne e osso.

Sobre venda de alma eu não sei muito cara, mas sobre pactos eu entendo um pouco, um pacto de sangue por exemplo, é uma ligação entre as pessoas que praticaram o pacto, mas não é tão simples, é necessario mAGIA para que o pacto funcione, algum verso, algumas palavras se ditas corretamente e na hora certa funcionam. Agora, depende de você também, do que é capaz de fazer, então estude bastante o ocultismo e com fontes que são direcionadas ao seu tipo de ocultismo, isso é muito importante.

Exemplo: Você faz um pacto com um amigo e junto deste pacto você acrescenta a postura da morte e ainda recita um verso e ainda faz esse verso ecoar ao seu redor, este pacto é MUITO FORTE!

É isso ai cara, espero ter ajudado.

PS: Isso ai que falam sobre vontade e tudo mais, balela, estude o OCULTISMO e se transforme em um Deus.

Vender a alma ?como vender algo que nem existe fisicamente?é tipo vender lote na lua ou vender a nuvem que passa.Espirito é eterno é a chispa divina sempre existiu.Mas a alma tem duração vender como ? E tipo vender a casca da laranja.

Já fiz um pacto com um Exú em um centro de umbanda, ele me arrumaria um emprego e eu daria um licor bem vagabundo que ele pediu. Ele me deu uma bebida e depois bebeu no mesmo copo.

Um mês depois o centro de umbanda faliu ,fiquei sem emprego por uns 3 anos , o que ficou disso foi uma morbidez dentro de mim , uma memória sombria do fato.

A falta de crença em pactos, a não ser na Magia Sagrada de Abremelin o mago, que só de me preparar para ela algo que pretendo só executar após 1 ano e meio, me trouxe superações pscicólogicas em 3 messes e durante ela um emprego , está é por hora o unico pacto que estou acreditando, tentando cada dia partes do livro, na base do acerto e erro. E talvez não seja exatamente um pacto, mas uma conduta de vida.

1 curtida

Legal adorei é vender algo que não é eterno é só a casca da cebola

93!
Estude sobre “Pacto com diabo de Fausto” e saberá ou não se existe…

É possível fazer pactos, isso é tão disseminado na mitologia afinal de contas. A própria aliança entre Jeová e Abraão, e posteriormente com Israel, é uma demonstração dessa possibilidade. Alguém mencionou Abramelin, e no livro o autor, Abraham, menciona ter conhecido feiticeiros que, na opinião dele, tinham feito pactos.
Agora, fazer pacto é algo bem diferente de vender a alma. Você não pode vender a alma da mesma forma que um rim por exemplo mas pode vender a sua liberdade e seu direito de realizar a sua vontade nesta encarnação, talvez até nas próximas quem sabe. O conceito de vender a alma normalmente implica em prestar serviços ao demônio após morrer, ou vender um tempo de vida e depois morrer e ir pro inferno. Talvez isso seja possível, a questão é por que um demônio iria querer os serviços de alguém que, muito provavelmente, é um zé ninguém.
Já o conceito cabalístico de alma, acho meio difícil de se vender algo que não é seu.

Vender a alma seria como vender um terreno no céu cristão…

Pelo pouco que sei de algumas literaturas espírita/umbandista, o contrato ou “venda” de alma faz o contratante/evocador após a morte ser usado como um escravo e trabalhar de formas obscuras e malignas para algum kiumba, se tornando um egum até que pela Lei maior seu Ente seja “puxado” resgatado para cura e reaprendizado em sub camadas superiores…e o que restaria no astral-inferior seria teu cascão astral, uma espécie de invólucro inanimado mas que contém suas características, esses cascões são animados por kiumbas ou magos negros, que os reduzem a ovoides ou os usam em casas/centros espírita para enganar e zombar, dizem que na realidade espíritos de pessoas que ja morreram quando contatado são esses cascões astral porque o Ente real está em outro plano em sua jornada individual…